Foi realizada na tarde desta terça-feira, dia 9, audiência da Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que tinha como objetivo discutir o concurso para soldado da Polícia Militar do Estado (PM-RJ). A reunião pretendia reunir candidatos insatisfeitos com as avaliações, representantes da corporação e da organizadora da seleção, a Exatus. Contudo, dentre os convidados, somente os primeiros compareceram. A ausência foi vista como uma prova de descaso de ambos - PM-RJ e Exatus - em relação às queixas dos concorrentes. "Fica difícil avançarmos na apuração dos fatos sem a participação dessas partes presentes, que deveriam estar aqui, na audiência", disse o deputado Zaqueu Teixeira (PT), membro da comissão.
A comissão decidiu por unanimidade encaminhar as denúncias de fraude ao Tribunal de Contas do Estado, ao Ministério Público e à Delegacia de Defraudações da Polícia Civil. Uma parcela dos concurseiros, que fizeram provas objetivas e discursivas em 31 de agosto, pede a anulação completa da avaliação, alegando que houve vazamento da mesma, supostamente comprovado por uma série de fotos que mostram o cartão-resposta e o que, segundo eles, seria o caderno de questões. Além disso, também foi questionada a dificuldade da avaliação, apontada por alguns como sendo de nível superior.
Outros candidatos, porém, acreditam que basta a anulação das questões que apresentaram problemas ou cujo conteúdo não constava no edital de abertura do concurso. Segundo especialistas entrevistados pela FOLHA DIRIGIDA na semana passada, pelo menos nove questões, ou seja, 22,5% da prova objetiva, deveriam ser anuladas, nas disciplinas de Língua Portuguesa, Informática e História. O deputado Iranildo Campos, do Partido Social Democrático (PSD), que presidiu a reunião, disse que a Comissão de Segurança Pública está cumprindo seu papel de fiscalizador e pediu calma a ambas as partes, pois o assunto envolve um grande número de pessoas. O concurso público para soldado da Polícia Militar teve um total de 105.458 inscritos.
Outros candidatos, porém, acreditam que basta a anulação das questões que apresentaram problemas ou cujo conteúdo não constava no edital de abertura do concurso. Segundo especialistas entrevistados pela FOLHA DIRIGIDA na semana passada, pelo menos nove questões, ou seja, 22,5% da prova objetiva, deveriam ser anuladas, nas disciplinas de Língua Portuguesa, Informática e História. O deputado Iranildo Campos, do Partido Social Democrático (PSD), que presidiu a reunião, disse que a Comissão de Segurança Pública está cumprindo seu papel de fiscalizador e pediu calma a ambas as partes, pois o assunto envolve um grande número de pessoas. O concurso público para soldado da Polícia Militar teve um total de 105.458 inscritos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário