Até esta sexta-feira, dia 5, deverá ser realizada uma reunião entre representantes da Polícia Federal (PF) e da organizadora escolhida para o concurso que visará ao preenchimento de 600 vagas de agente (nível superior). O encontro será para tratar dos últimos detalhes para a assinatura do contrato, aprovada pela Consultoria Jurídica do Ministério da Justiça no fim do mês passado. O edital de abertura da seleção precisa ser divulgado até o dia 26 deste mês. O nome da instituição escolhida para conduzir a seleção segue sendo mantido em sigilo pelo departamento até que a contratação seja concluída. Especialistas em concursos públicos creem que se trata, mais uma vez, do Cespe/UnB, que há anos organiza as seleções do departamento. Por esse motivo, a escolha de outra banca seria uma grande surpresa para todos aqueles que aguardam pelo anúncio. Em geral, a preparação dos futuros candidatos tem sido feita com base no perfil do organizador de Brasília.
Nos próximos dias, será publicado no Diário Oficial da União (DOU) o extrato de dispensa de licitação, trazendo o nome da organizadora a ser contratada. O edital de abertura terá que ser publicado poucos dias depois. O prazo concedido pelo Ministério do Planejamento para a divulgação do documento foi o tradicional, de seis meses, a contar da autorização, e expira no dia 27 deste mês. Por se tratar de um sábado, a PF considera a sexta-feira, dia 26, como a data limite para a publicação. O ingresso no cargo de agente é limitado àqueles que possuam o ensino superior completo em qualquer área e carteira de habilitação, na categoria B ou superior. A carreira proporciona estabilidade (contratação pelo regime estatutário) e remuneração inicial de R$7.887,33, incluindo o auxílio-alimentação, de R$373. Devido a reajuste acordado com o governo federal, em janeiro do ano que vem, o valor passará para R$9.075,20.
A seleção será composta por provas objetivas e discursivas (aplicadas em todas as capitais, no mínimo, 60 dias após a publicação do edital), avaliações física, médica e psicológica, além de investigação social e curso de formação profissional (com início previsto para agosto do ano que vem). Os concursados serão lotados, preferencialmente, em unidades na região da Amazônia Legal e em áreas de fronteira, o que abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
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