Segundo uma fonte ligada à Defensoria Pública da União (DPU), a assinatura do contrato entre o órgão e o Cespe/UnB, organizador do concurso para cargos dos níveis médio e superior, não deverá passar deste mês. Tão logo o extrato do contrato seja publicado no Diário Oficial da União, o edital da seleção, que será feita em âmbito nacional, será publicado, o que poderá ocorrer ainda em outubro ou, no mais tardar, no início de novembro.
De acordo com a fonte, a demora na abertura do concurso é devida a burocracia imposta por questões jurídicas entre as partes, que já estão sendo resolvidas. “As coisas estão bem encaminhadas para uma definição em poucos dias”, disse a fonte.
O destaque do concurso é o cargo de agente administrativo, de nível médio, cuja remunerão inicial é de R$3.191,02. Quem concluiu o ensino superior em qualquer área poderá concorrer na função de analista técnico administrativo. Nos cargos específicos, segundo a Assessoria de Imprensa do órgão, haverá oportunidades para assistente social, bibliotecário, contador, economista, psicólogo, sociólogo, técnico em assuntos educacionais e técnico em Comunicação Social. A remuneração para todos os cargos de nível superior é de R$4.620,82. Todos os valores já incluem R$373 de auxílio-alimentação.
O certame, que visará inicialmente à formação de cadastro de reserva, irá contemplar as 61 unidades da DPU espalhadas pelo país (incluindo o Estado do Rio de Janeiro), podendo haver grande número de convocados durante o prazo de validade. Além da boa remuneração, o concurso garante a estabilidade no serviço público federal, já que a contratação ocorrerá pelo regime estatutário.
Portanto, enquanto aguardam a publicação do edital, os futuros candidatos devem reforçar os estudos, baseados no último concurso para os cargos, feito em 2010, também pelo Cespe/UnB. Naquele ano, o concurso ofereceu 311 vagas nas mesmas carreiras desta nova seleção, sendo que ocorreram 954 convocações, sendo 305 somente no cargo de agente administrativo.
“Não entendemos o porquê da demora para se abrir o concurso, já que há carência de pessoal em todos os estados”, disse o presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef), Dinarte Pascoa, reforçando a informação de que a DPU poderá chamar muitos aprovados no atual concurso.
FONTE: FOLHA DIRIGIDA ONLINE

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