Instituição centenária e reconhecida internacionalmente pelo seu papel nos campos da Saúde, Ciência e Tecnologia, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) planeja abrir um concurso este ano, a fim de continuar mantendo seu pleno funcionamento. A autarquia já fez a solicitação ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), e aguarda o aval da pasta para detalhar melhor o certame. Atualmente, o pleito está sendo apreciado pelo Departamento de Modelos Organizacionais e Força de Trabalho dos setores Social e de Desenvolvimento Econômico Produtivo (Desep/Segep), e a expectativa é que neste mês o documento seja encaminhado a outra instância do MPOG, a fim de que o processo seja acelerado.
A intenção da fundação, caso a autorização seja concedida na íntegra, é contar com 600 novos servidores, com formações no antigo 2º grau e no 3º. As carreiras a serem contempladas, no primeiro nível de escolaridade, são assistente técnico de gestão (30 vagas, único cargo de nível médio) e técnico em saúde pública (70 oportunidades e exigência do médio/técnico. Já para quem concluiu o nível superior, haverá 300 vagas para tecnologista, 50 para analista em gestão pública, 130 para pesquisador e 20 para especialista. Na última função, contudo, é necessário ainda doutorado, bem como seis anos de experiência na área. A oferta é nacional, e abrange a sede, no Rio de Janeiro, e outras dez cidades do Brasil.

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